Quem somos?

 

O coletivo desgovernar surgiu em 2013 após as jornadas de junho, fruto de experiências militantes no PSOL, no movimento estudantil e sindical. Inicialmente, nos agrupamos em torno da construção de uma Revista, que em suas edições apresenta nossos acúmulos e debates. Cientes da insuficiência da revista como expressão desse projeto coletivo, nos constituímos como coletivo pois acreditamos que a cisão entre teoria e prática é incompatível com o que há de mais elementar na tradição do comunismo. Ser militante da desgovernar é sobretudo acreditar que a militância nos diversos movimentos hoje é essencial para construir a sociedade futura sem opressões e exploração que defendemos, sem, no entanto, deixar que essa militância se resuma a luta corporativa, pura e simples, ao contrário, ela deve contribuir pedagogicamente para a construção de um projeto revolucionário que se sobreponha aos interesses particulares dos diferentes grupos na sociedade.

Para construir esse projeto, defendemos  a necessidade de uma ferramenta partidária que supere as experiências partidárias existentes, mas não as ignoramos. O que nos reuniu foi uma experiencia militante nos movimentos referenciada na esquerda não governista, particularmente em posições próximas ao PSOL. Atuamos junto ao campo que participam alguns coletivos que compõe a esquerda partidária – PSOL, PCB, PSTU – assim como grupos anarquistas e outros militantes e coletivos que não se identificam a priori com nenhum dos grupos organizados, que negam a farsa democrático burguesa (sobre o nome de democrático e popular ou democrático de direito) e buscam na militância concreta apontar para a superação da fragmentação da esquerda e do corporativismo dos movimentos em quem participamos.

A construção dessa superação passa, em nossa concepção, pela articulação desse setor e disputa dos rumos dessa reorganização a partir dos descontentes e insubordinados desse amplo campo politico. Para isso, é importante fazer a critica do institucionalismo e reformismo presente em muitas das organizações, quando não identificam que um projeto emancipatório por dentro do Estado burguês não é capaz de construir a plena emancipação humana. Além disso é preciso negar o espontaneismo que acredita cegamente que as coisas dão certo por si só, sem preparação ideológica e politica capaz de reverter a ordem opressora que nos educa a ser explorados. Essa negação da preparação politica e ideológica apenas colabora para nossa dispersão e nos desorganiza.

Acreditamos na atualidade da revolução socialista e na possibilidade do futuro comunista da humanidade a partir dela. Nosso projeto revolucionário pressupõe um estado socialista que restrinja os privilégios da burguesia. Defendemos que nossa autonomia nos diversos movimentos deve ser o germe da construção de nosso autogoverno. Portanto somos radicalmente contra a utilização de movimentos como correia de transmissão de organizações externas aos movimentos e defendemos que o alinhamento e a unidade que devemos construir deve ser orgânica e superar a fragmentação pelo debate politico coletivo, pelo convencimento e pela solidariedade militante cotidiana, não por adesão ou disputa de torcida. O papel das organizações de esquerda deve ser sobretudo elaborar e socializar conhecimentos sobre a realidade assim como pensar a estratégia revolucionária necessária a superação da ordem do capital.

Ser da desgovernar é apostar que é possível construir essa alternativa. Estamos abertos a tod@s que toparem esse projeto conosco!

Uma resposta para “Quem somos?

  1. Para información
    y participación global:

    ——————————–
    Al Parlamento Europeo
    con el fin de democratizar
    el aparato público de la Unión
    ——————————–

    Estimados Diputados,

    presento mis saludos más cálidos y respetuosos.

    Sin duda ustedes conoces el significado de las dos palabras: Res Publica. Muy bien: los empleos públicos dentro de la organización de la Unión Europea son parte fundamental de una RES PUBLICA EUROPEA. Son un bien común que se puede dar únicamente temporalmente. Permítanme reformularlo: los puestos de trabajo del aparato público de la Unión Europea no se puede dar a alguna persona por toda su vida laboral!

    No podemos tolerar que un primer ministro o un jefe de estado o un diputado son designados por toda la vida. ¿Por qué debemos aceptar que algunos tienen como su propiedad personal, privada de acceso a otros ciudadanos, un poder, una renta, un trabajo que son igualmente PÚBLICOS entonces una propiedad común?

    Estimados Diputados, l’Europa no puede ser una propiedad de los arribistas públicos, de los burócratas, de los eurócratas, privada de acceso a los otros. L’Europa pertenece a TODOS los ciudadanos europeos y TODOS debemos tener la posibilidad de participar (en forma ordenada, por un período determinado, de acuerdo con deseos y experiencias y habilidades personales) a los puestos de trabajo del aparato público de la Unión Europea.

    Los pueblos de los Países dentro de la Unión Europea han sido vergonzosamente engañado durante décadas por los arribistas públicos que nos han inculcado una democracia muy débil, que ha mantenido los aparatos públicos exactamente como estaban bajo el fascismo: en las eternas manos de los a sueldo por la vida, de los tiranos. Los Países de la Unión Europea vayan a pensar de manera independiente qué hacer con esto.

    Pero l’Europa es nuestro NUEVO GRAN PAÍS. Cada ciudadano europeo debe tener la posibilidad de participar a un naciente Empleo Público Democrático Europeo: concedído exclusivamente con mandato temporal. El despido periódico, la remoción después de un cierto tiempo de un cargo/trabajo público, es la base de una real democracia y gran acto de civismo. Porque evita sangrientas revoluciones para derrocar a los tiranos.

    Despedir no es una mala palabra. Es un acto milagroso.

    NO ES EL VOTO LA BASE DE LA DEMOCRACIA, PERO EL MANDATO TEMPORAL!

    La votación sigue el mandato temporal, no lo precede.

    Ruego al Parlamento Europeo de reorganizar (no en el próximo siglo, pero ahora, porque todos Ustedes tambien tienen décadas de retraso a causa de los arribistas públicos) el sistema de empleo del aparato público de la Unión Europea con el fin de democratizarlo a través de una periódica renovación de todos los empleados. Sé Europa como debe ser y un ejemplo brillante para sus Estados individuales.

    Muchas gracias por Sus atencion.

    Danilo D’Antonio
    +39 339 5014947

    civilmente, legalmente, pacíficamente
    hacemos democráticos nuestros Países!

    ESTADO DEMOCRÁTICO: ABIERTO Y PARTICIPADO
    http://hyperlinker.com/ars/index_it.htm

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